Quinta-feira, 28 de Julho de 2011

Por isto é que o estaminé tem o nome que tem...

Acabei de "tropeçar" nisto.

Explica-se sozinho, não é?

Cavalariças

Na ressaca das consequências mortíferas da desarrumação mental do senhor Breivik, uma jovem muçulmana acusou-o (e, presume-se, gente com motivações semelhantes mas menos pólvora) de "rebentar com o nosso país".
Nosso? Eu li bem? Nem os portugueses de agora, chegados a um outro país, proclamam a plenos pulmões "Esta m**** é toda nossa", e acreditem que o homo tuga, sobretudo em grandes grupos como as claques, tende a agir em conformidade.
Creio que a encantadora jovem em questão não conhece a figura histórica do Duque de Wellington. "Acusado" de ser irlandês por ter nascido na Ilha Verde, o Duque respondeu à altura: "Um homem nascido num estábulo não passa a ser um cavalo."
Tradução prática: o chão conta pouco ou nada. O que interessa é o que se faz com ele - ou, por outras palavras, quem manda nele. Observem a África do Sul, durante e após o apartheid. O chão é o mesmo; a vidinha não o é.
Quem somos determina em grande parte o que podemos fazer, independentemente do cenário geográfico. É óbvio que a família da tal jovem age em conformidade com aquilo que é: uma família que professa uma certa fé e que vem de certa zona do planeta. Seria um abuso e uma violência exigir a famílias destas que abdicassem daquilo que lhes é mais caro. ninguém o fez. Óptimo.
Como se sabe, os nativos das velhas nações europeias não têm tido a mesma sorte. E a surpresa e o choque dos progressistas euro-americanos (sim, há disto a rodos nas duas margens do Atlântico) assentam na tenacidade com que os outro povos se recusam a integrar uma pasta homogeneizada pós-moderna. Funcionou tão bem com os autóctones!
A ideia desta sarna em forma de gente é a de uma "sociedade" multiétnica, não multicultural. Há que batalhar contra esta aberração pelos métodos do costume: protestos, petições, marchas, campanhas, votos. Guardemos as armas para defesa em casos extremos, sejam caseiros ou importados.
E recordemos a verdade do sangue que nos corre nas veias, e da cultura de que somos herdeiros. Alguém precisa de um papelinho do Governo para dizer que é português, por exemplo? Ponhamos esta corja na ordem, ao coice se for preciso, antes que sejamos soterrados por doses cavalares de azêmolas.

Quinta-feira, 28 de Abril de 2011

Estranho aniversário

É Salazar a fazer anos, mas sou eu quem tem uma "casa" nova.
Sejam bem aparecidos.